sexta-feira, 27 de maio de 2011

XXXIIII ENESS

 E ai Gente......


 O Blog já tá disponível.......


http://eness2011.blogspot.com/

FENEX!!!!!!

Olá à tod@s,

No último Fórum Nacional das Executivas e Federações de Curso (FENEX) realizado no Rio de Janeiro no final de semana passado, foram elaboradas e aprovadas duas cartas de posicionamento importantes: "Por uma Educação Pública sem Mercantilização" e "Todas/os às ruas, na luta pela saúde pública de qualidade"!

Vale ressaltar que as Executivas Regionais e Nacionais dos estudantes do Serviço Social lá estavam presentes!! 

Segue:

Por uma educação pública sem mercantilização!
 
        Nas últimas décadas a educação no Brasil tem passado por forte processo de precarização e privatização, iniciado no Governo Collor e acirrado com FHC, Lula e agora com Dilma. Observamos que há uma prioridade em não investir na educação e em fazer desta uma mercadoria, um processo de formação profissional acrítico e de serventia aos interesses privados, bem como o uso da universidade para a geração de conhecimento para este setor.
        O que se vê são cortes e reduções no orçamento da educação, como o recente corte de r$50 bipara o orçamento de 2011, e ausência e precarização dos profissionais do setor. Contudo, o governo federal aumenta cada vez mais os recursos públicos destinados a pagar a dívida externa, ao “PAC” (para atender uma reivindicação do empresariado), aos ruralistas, etc. Uma clara a ofensiva neoliberal contra a educação publica, gratuita, laica e de qualidade no país e sempre aliada a criminalização da luta social.
        As entidades reunidas no Fórum Nacional de Executivas e Federações de Curso convocam o conjunto do movimento estudantil (centro acadêmicos, diretório centrais de estudantes, militantes, etc) - que ao longo dos últimos anos tem acumulado um forte debate sobre a atual fase da educação no Brasil e tem se aliado aos movimentos sociais da educação na incansável luta pela educação pública - a participaram da mobilização para a construção de um plebiscito nacional popular pelos “10% do PIB para a educação pública”, tendo como perspectiva a proposta de seminário que discutirá e encaminhará tal iniciativa.
        Convocam também o conjunto do movimento estudantil a debaterem as iniciativas propostas pelo Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública do Rio de Janeiro, como a reconstrução do Fórum Nacional de Educação e um novo Plano Nacional de Educação – proposta da sociedade brasileira – em torno dos seguintes princípios:
    • Defender a educação pública, gratuita, laica, democrática e de qualidade social, em todos os níveis, como um direito social universal e dever do Estado.
    • Exigir do poder público a garantia de acesso e de permanência, assegurando efetiva assistência estudantil (moradia, transporte, alimentação, meia entrada nos eventos culturais, bolsa de manutenção, creche universitária, etc.).
    • Defender a organização de um efetivo Sistema Nacional de Educação que articule e garanta o cumprimento das responsabilidades educacionais dos diferentes entes federados.
    • Defender a aplicação imediata de montante equivalente a, pelo menos, 10% do PIB na educação pública em todos os níveis e que as verbas públicas sejam destinadas somente para as escolas públicas.
    • Combater todas as formas de mercantilização da educação e a introdução de critérios
produtivistas no trabalho dos (as) profissionais da educação e na avaliação das instituições e dos (as) estudantes.
    • Exigir controle social sobre a educação privada, como concessão do poder público. É função do Estado regulamentar e fiscalizar seu funcionamento, observando a garantia de carreira digna aos (às) seus (suas) trabalhadores (as) e a autonomia didático científica diante de suas mantenedoras.
    • Articular a luta em prol da qualidade da educação com a defesa da garantia pelo Estado das condições de trabalho dos (as) profissionais da educação, incluindo a valorização salarial e a autonomia didático-científica.
    • Exigir que a gestão democrática das instituições e sistemas educacionais seja realizada por meio de órgãos colegiados democráticos.
    • Defender formação inicial e continuada, pública e gratuita, presencial e de qualidade de todos (as) os (as) trabalhadores (as) em educação, em todos os níveis e modalidades educacionais.
    • Ampliar o debate com os movimentos sociais e populares e entidades acadêmicas com o objetivo de reconstruir o Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública e fortalecer a luta pela elaboração coletiva e democrática do Plano Nacional de Educação 2011-2021, tendo como referência o Plano Nacional de Educação: proposta da sociedade brasileira.
Mobilizar é preciso!
 
 
 
Tod@s às ruas, na luta pela saúde pública de qualidade!
 
       A saúde no Brasil tem passado por constante processo de precarização, seja no acesso, na qualidade ou na gestão. Ao longo dos últimos anos o que temos visto é uma rede de saúde deficiente: ausência de uma política de saúde preventiva; hospitais e postos lotados e sucateados (incluindo: atendimento de baixa qualidade e falta de leitos); dificuldade e demora em realização de exames e consultas; ausência de medicamentos; ausência de profissionais; profissionais precarizados (terceirização, salários baixos e sem reajustes, redução de direitos trabalhistas, péssimas condições de trabalho); etc.
       Muito tem se propagado da necessidade de acesso a rede de saúde via rede privada.
Porém tal proposta além de não considerar que isto impede concretamente a maioria da
população o direito a saúde mostra-se uma falácia: o setor privado vem apresentando os
mesmos problemas e em certo casos tem apresentado maiores debilidades.
       Esta visão hegemônica de saúde, defendida ao longo dos últimos anos nas esferas do
governo federal, estaduais e municipais tem gerado: ausência de condições mínimas para a
população viver dignamente e geração de lucro para empresários da saúde (gestores que vão
tomar conta dos hospitais e postos de saúde - via OS's, OSCIP's e FEDP's) e para empresas/planos de saúde.
       Por isso as entidades reunidas no Fórum Nacional de Executivas e Federações de Curso convocam o conjunto do movimento estudantil (centro acadêmicos, diretório centrais de estudantes, militantes, etc) a debaterem a constituição de uma caravana a Brasília contra a MP520/10, a participar do 2º Seminário Nacional Contra a privatização da Saúde e a se somar as lutas da FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE para defender uma saúde pública, de qualidade, gratuita e universal. E tendo em vista a Conferência Nacional de Saúde procurar debater a participação e construção da mesma.
CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE E POR UM SUS PÚBLICO, ESTATAL, GRATUITO E PARA TOD@S!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

SEMANA ACADÊMICA!!!!!!

O que é isso Companheiro?

Isso é o tema da nossa Semana Acadêmica..........

Qual Será?

Qual Será?



Semana Acadêmica do Serviço Social

" Emancipação Coletiva dos Sujeitos"

Pois é, depois de um debate animado e fortalecedor, realizadao no D.A
nasceu esse tema, que acreditamos vai ser muito produtivo, e como diz a Prof. Meni, vai
nos trazer muitas "provocações e desafios" hehe


Agradecendo a presença de tod@s que participaram desta etapa da construção coletiva do tema,
 aproveitamos para o convite da próxima reunião:


Dia 30/05/2011Quinta-Feira às 18:30hs no D.A.

Vamos junt@s, nesse processo!

Saudações!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Algumas Fotos do XXXIII ERESS

Abertura.......

Articulando.........

À Caminho, de Buzão.....

Que Beleza hein? Plenária Cheia.......

Relato do XXXIII ERESS


“Apenas quando somos instruídos pela
realidade é que podemos mudá-la”  Bertold Brecht

Com esse tema, é que se realizou nos dias, 6,7 e 8 de maio na UFSC em Santa Catarina o XXXIII ERESS.
Evento esse que tivemos como representantes dos estudante de Serviço Social de nossa Universidade Daniel Sauer, Deise Anai, Vanessa Vianna, ambos pertencentes a Gestão “Na Luta” do nosso Diretório Acadêmico do Serviço Social (DASS).
Nesse ERESS ocorreram muitos debates interessantes e que agregaram muito, como experiência de movimento estudantil ao nosso D.A, assim como nos rendeu a oportunidade de levarmos novamente o nome do Diretório Acadêmico de Serviço Social da Unisinos aos importantes espaços de discussões e decisões desse movimento.
Podemos entender isto da seguinte forma, se não participamos nem ocupamos estes espaços, teremos então pessoas lá que não conhecemos e nem sabemos de seus ideais nem de suas idéias, decidindo por nós e em nosso nome, os rumos do Movimento Estudantil do Serviço Social (MESS).
Bem, mas esse não foi o caso da Unisinos, estávamos lá!
E lá podemos participar de discussões como, Análise de Conjuntura: Os motivos para lutar ainda existem, Ensino Superior no Brasil: Educação para todos?, a Reorganização do MESS (movimento estudantil do Serviço Social) em torno de um Horizonte Estrátegico e a Formação Profissional: “ A teoria sem a prática de nada vale, a prática sem a teoria é cega”(Lenin).
Dentro desses debates podemos destacar alguns pontos como, a discussão em torno do tema Universidade Popular, onde concordamos que a universidade brasileira passa pela crise mais profunda de sua história. A privatização “lenta e gradual” tem-se acelerado, e o movimento universitário não tem sido capaz de tirar a universidade do fluxo destrutivo da mercantilização.
Se durante os últimos 20 anos o avanço da subordinação da universidade ao capital se deu através da apropriação privada da ciência e tecnologia produzidas coletivamente, no caso das públicas; e através do boom de oferta de matrículas, no caso privadas; hoje nas públicas já está em cheque a gratuidade do ensino; e, no caso das privadas, passa-se por uma crise onde cerca de 54,6% das vagas não são preenchidas anualmente, sem falar nos alunos inadimplentes, que param de estudar por não ter condições de pagar mensalidades.
A atual política dominante para o ensino superior também vem legitimando e aprofundando o papel destrutivo desenvolvido pelas “fundações de apoio” nas universidades, que atuam na prática como entes privados de acordo com os interesses do mercado em detrimento das demandas sociais. Assim, “geram” cursos de extensão e pós-graduação pagos e comprometem a liberdade acadêmica.
Partindo de uma análise abrangente da atual conjuntura do ensino superior brasileiro, podemos ter uma dimensão do desafio que temos pela frente na defesa do ensino superior público, de qualidade e na construção de um novo projeto de universidade.
Sendo assim concordamos que o MESS, visa afirmar o posicionamento histórico de seu estatuto que afirma o horizonte de luta por uma universidade crítica, com acesso universal e que produza conhecimento, ciência e tecnologia em favor da resolução das demandas da questão social e dos interesses de emancipação dos explorados e oprimidos. Uma universidade construída pelo povo e para o povo.
Essa perspectiva possui vínculo pleno com o atual projeto ético-político da profissão, quando trás como princípio fundamental a “Opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, sem dominação/exploração de classe, etnia e gênero” (CFESS, 1993). A universidade faz parte da sociedade capitalista, e está ligada ao processo de reprodução da força de trabalho e à produção de ciência e tecnologia para os interesses dos grandes meios de produção. É estratégica, portanto, tanto para os interesses do grande capital quanto para os interesses populares – antagônicos aos do capital - na edificação de um novo projeto societário. Pois a emancipação dos explorados e oprimidos depende de sua capacidade de derrotar a lógica do capital em todos os setores da sociedade, e de possuir pleno controle – inclusive científico e tecnológico - sob os grandes meios de produção.
Ficou clara nos debates importância de que o movimento estudantil e o movimento universitário em geral, busquem casar a luta de resistência a todos os ataques “precarizantes e privatizantes” que atingem o ensino superior com uma ofensiva que dispute a universidade – de dentro pra fora e de fora pra dentro – em favor de um projeto de universidade popular. Pois somente essa atuação ofensiva que realmente substitua – passo a passo - o projeto de universidade dos poderosos pelo projeto do povo, poderá garantir vitórias reais para o movimento.

Vamos juntos rumo a um novo projeto de universidade para o país! 

 Em breve falaremos sobre mais debates do XXXIII ERESS e continuemos juntos,
“Na Luta”
Abraço a to@s!

sábado, 14 de maio de 2011

Convite para Seminário Internacional sobre Juventude

Olá pessoal!
Seguindo nossos posts, socializamos esse convite para Seminário:

O Seminário Internacional “Juventude, Desigualdades e o Futuro do Rio de Janeiro” será realizado nos dias 6 a 8 de junho próximo. O seminário é organizado pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) e é financiado pela FAPERJ e do CNPq, como parte do "Programa de Núcleos de Excelência (PRONEX).  O seminário reunirá estudiosos, com reconhecida experiência no campo, a fim de aprofundar o debate em torno da investigação sobre a juventude e as desigualdades em alguns países do mundo, estimulando o debate ea troca de idéias, métodos e resultados de pesquisas sobre questões como a socialização primária (na família, na escola, nas ruas); cultura juvenil (de gênero e relações étnicas, a formação da identidade, práticas culturais, a religião); violência juvenil (idéias de justiça, a relação com o aparato repressivo, os padrões de comportamento violento, a mortalidade ) e transições para a vida adulta (transição da escola para o trabalho, os padrões da vida adulta).

Vai ter lugar em:

Fundação Casa de Rui Barbosa (auditório)

Rua São Clemente 134, Botafogo

Rio de Janeiro - RJ


Inscrições (obrigatórias e gratuitas) pelo email juventude@iesp.uerj.br

Obs: Haverá tradução simultânea, já que o evento terá palestrantes da França, EUA, Inglaterra, México, Portugal e Brasil.


Maiores informações pelo site:

quarta-feira, 11 de maio de 2011

5º Seminário de Políticas Sociais

Começamos nossos posts com um convite para tod@s @s acadêmic@s de Serviço Social para o 5º Seminário de Políticas Sociais, a ser realizado amanhã, dia 12 de maio, no Colégio Marista, em Porto Alegre.

Os Seminários de Políticas Sociais vêm se constituindo em espaço estratégico de análise e debate de temas e questões relacionados às Políticas Públicas, seus propósitos, setores, realidades locais, municipais, estaduais, nacionais e mundial.

Este espaço criado no contexto de realização do Fórum Social Mundial já teve 4 realizações no Rio Grande do Sul. Os quatro Seminários alavancaram a construção da Agenda Mundial das Políticas Sociais, que indica diretrizes para a afirmação das Políticas Sociais em cada momento de sua realização.

Na última edição em janeiro de 2010, na Unisinos em São Leopoldo, foi apontado o desafio da continuidade de sua realização, independente da promoção do Fórum Social, dada a relevante contribuição deste espaço para a formação de novos paradigmas do campo social, contribuindo, assim, para a criação de Políticas Públicas que sejam mediações potencializadoras da construção do “novo mundo necessário e possível”.


LOCAL E DATA:
12 de maio de 2011, das 9 às 17h30min
Auditório Maristas - R. Irmão José Otão, 100 - Bairro Bom Fim - Porto Alegre - RS

PROGRAMAÇÃO:
9h -- Abertura
9h30min - Painel e debate: Realidades, Estado, sociedade e economia hoje. Para onde vamos? Com participação de um representante do grupo articulador do 5º Seminário e Prof. Dr. Marcio Pochmann - IPEA/UNICAMP
12h -- Intervalo
13h30min -- Painel e debate - As políticas sociais e a democratização da democracia. Que fazer? Com as participações do Prof. Dr. Rudá Ricci - PUC/Minas e Profa. Dra. Potyara Pereira - UnB -- Universidade de Brasília
17h30min -- Encerramento

Informação e inscrição: